O fogo da luta trabalhista que vem sendo alimentado desde o acidente fatal de um membro do sindicato do centro de distribuição da CU na região de Jinju, província de Gyeongsang do Sul, ainda não se apagou. Foi montado um encontro onde o BGF Logistics, subsidiária de logística sob a ala da Confederação Nacional de Sindicatos Democráticos da Coreia (TUC), e a sede da Associação da Liga de Transportes de Carga (CTU) se sentaram novamente à mesa de negociação para confirmar suas respectivas posições. Segundo as notícias do setor trabalhista, a conversa iniciada hoje à tarde, por volta das 14h, em uma sala de reuniões de um hotel em Yeochang-gu, Changwon, encerrou-se às 18h34. Ambas as partes, após uma reunião oficial de cortesias realizada no escritório regional de Jinju do Ministério do Trabalho e Emprego na última terça-feira (22) e uma primeira tentativa de negociação técnica em Daejeon, não conseguiram encontrar um ponto de resolução concreto neste encontro, que ocorreu após dois dias, e acabaram se separando praticamente às mãos vazias.

Na reunião, do lado da CTU, participaram um total de cinco representantes, incluindo o presidente da comissão de negociação de políticas, Kim Jong-in, e o vice-presidente, Choi Sam-young. Por outro lado, do lado do BGF Logistics, estiveram presentes três membros da equipe operacional, incluindo o gerente da equipe de logística e advogados especializados em relações trabalhistas. Em meio a uma atmosfera tensa, no final da negociação, por volta das 18h30, chegou a ocorrer uma situação em que um alto tom de voz foi ouvido saindo da sala de reuniões. Isso é analisado como o resultado da superfície de uma diferença estreita de posições e de um psicológico desesperado entre ambas as partes. A empresa abordou este encontro não como uma simples negociação técnica, mas no nível de um 'acordo', traçando uma linha clara sobre os direitos do usuário.

Antes da negociação, a CTU realizou uma coletiva de imprensa na frente do centro de distribuição da CU em Jinju hoje de manhã, condenando fortemente a postura da empresa. A CTU apontou que o BGF Logistics apresentou um pedido de suspensão provisória de ação por perturbação de serviço apenas um dia após o início da negociação. Eles criticaram a atitude da empresa dizendo que "negar até mesmo conversas já realizadas é um comportamento que trai a boa-fé" e exigem a retirada das medidas legais. Especialmente em relação ao fato de a empresa ter adotado uma abordagem reduzindo a natureza da negociação, a CTU pediu novamente que se criasse um espaço para uma conversa autêntica. Ambas as partes tentaram procurar uma brecha estreita entre o direito de gestão da empresa e os direitos dos trabalhadores, mas terminaram sem resolver o atrito fundamental.

Ambas as partes, empregadores e trabalhadores, concordaram em realizar outra negociação técnica no dia 26, mas a atmosfera é de insatisfação com os resultados desta negociação. A CTU declarou que continuará a luta até que a empresa retire o pedido de suspensão provisória e cumpra negociações autênticas. Isso não é apenas um fracasso nas negociações, mas uma oportunidade de confirmar novamente a razão pela qual os trabalhadores devem lutar por seus direitos. É um momento em que é urgente fazer esforços para resolver a estrutura de emprego instável e os problemas de segurança na indústria de logística.