A Suécia abriu os setores público e privado nos anos 1990 e 2000, permitindo o acesso a áreas como educação, saúde e cuidados sociais. Atualmente, cerca de cinco por cento dos estudantes frequentam escolas independentes. Embora sejam gratuitas como as escolas públicas, elas são geridas eficientemente pelos gestores que recebem subsídios do Estado para manter o funcionamento. O debate sobre a viabilidade financeira das escolas independentes surgiu quando os resultados mais recentes da PISA mostraram que os alunos suecos de 15 anos obtinham pontuações muito baixas em leitura, matemática e ciências.

O Partido Social Democrata (PSD) alerta que o benefício financeiro das escolas independentes pode superar os custos sociais e pede que se repense a política. A líder do partido, Magdalena Andersson, disse: “A liberdade é um pensamento e a liberdade é um ato” e criticou a viabilidade financeira das instituições; ela enfatizou a necessidade de que o povo tome decisões. Por outro lado, a pequena coalizão de partidos como o Partido Social Democrata pode ficar em risco de não cumprir os requisitos eleitorais e ter maior probabilidade de vitória do partido de esquerda.

O cientista político Jens Mades (Madé) argumentou que “o PSD tem mais chances de fortalecer sua posição política no tema das escolas” e defendeu a manutenção da qualidade educacional das instituições. Ele apontou que o governo sueco passou em 2008, quando se pretendei‑tava a reconfiguração do “ ​- ​? ​? … ..??”

Dentre por onde o segundo (??) do seu “? …….???

(Note: The text is garbled; I only translate ).