De acordo com o tribunal de 15 de abril, o presidente Choi Tae-won decidiu que a divisão patrimonial de 944 bilhões de won seria realizada mediante pagamento em dinheiro. Ele apresentou um recurso contra essa decisão no tribunal de segunda instância. O lado do presidente afirmou que, “para minimizar ao máximo os impactos negativos sobre os acionistas e a gestão do grupo, tomaremos medidas subsequentes”, apresentando diversas justificações.

No julgamento da segunda instância, o presidente Choi deve liquidar ou ampliar as subsidiárias para conseguir dinheiro; esse processo leva algum tempo. Quando há um recurso à segunda instância, atrasar a execução do pagamento em dinheiro tem efeito de retardar a sentença final, pois, após a decisão, cada dia acrescenta 5 % de atraso. O custo do atraso no pagamento é de aproximadamente 1 290 milhões de won.

No julgamento da segunda instância, o modo escolhido pela corte para a divisão patrimonial tende a ser mais rigoroso. No entanto, a Corte Suprema não se baseia na existência de fatos concretos, mas apenas na aplicação correta das normas jurídicas, sendo assim uma decisão de natureza jurídica. O entendimento da Corte Suprema que incluiu os acionistas da SK no objeto da divisão é um caso típico em julgamentos anteriores.

Embora o ponto de corte seja considerado como a data da conclusão do julgamento da segunda instância, a decisão de pagar 944 bilhões de won ainda pode ser aplicada durante o prosseguimento do julgamento. Tal entendimento tem o efeito de aliviar as obrigações e custos associados ao pagamento em dinheiro.