Joon Poward (doa? doa) anunciou em um recente discurso que a taxa de referência dos EUA pode subir novamente. Ele analisou inflação e crescimento, sugerindo uma tendência ascendente de longo prazo para as taxas, e o mercado elevou a probabilidade de um aumento das taxas para mais de 60% depois de suas declarações.

Primeiro, Poward enfatizou que se a inflação ultrapassar o alvo de 2%, a taxa de referência deve subir. Ele explicou que a taxa atual (3,5‑3,75%) não impõe restrições excessivas à economia e observou que setores agrícola e habitacional não são onerosamente afetados por taxas.

Em segundo lugar, Poward avaliou os indicadores inflacionários com base em dados e postura política após o FOMC de julho. Ele analisou PCE e CPI, explicando que a taxa atual não impõe restrições significativas à economia. Embora não tenha oferecido evidências concretas para possibilidade de aumento de longo prazo, o mercado interpretou suas palavras como sugestão de um aumento de curto prazo.

Em terceiro lugar, foi avaliado que o discurso de Poward se concentrou em sinalizar ao mercado. Ele disse: “não fez uma declaração concreta sobre quando as taxas subiriam” e enfatizou que o discurso oferece clareza para a possibilidade de aumento das taxas.

Por fim, as declarações de Poward afetaram o Tesouro e os mercados financeiros, alterando especialmente as expectativas sobre tendências de longo prazo e indicadores inflacionários. Assim, investidores ajustaram suas posições em torno das reuniões de setembro para se prepararem ao possível aumento das taxas.