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28 (horário local) – No NYSE, o índice Dow Jones Industrial Average caiu 9,45 pontos (0,02 %) em relação ao dia anterior e fechou em 5.355,99. O S&P500 caiu 19,28 pontos (0,25 %) para 7.711,76, enquanto o índice Nasdaq Composite – centrado nas ações de tecnologia – recuqueu 138,93 pontos (0,52 %) para 26.402,42.

O foco do mercado naquele dia estava na sessão de Wall Street e no encontro econômico da FOMC (Federal Open Market Committee). O presidente não delineou uma direção política concreta em relação à decisão do FOMC, mas enfatizou preocupações sobre a inflação. Ele disse: “Dado que um dos nossos objetivos é manter a estabilidade dos preços, os indicadores relevantes estão cada vez mais preocupantes” e acrescentou que “a taxa de inflação está se movendo com clareza em direção ao alvo, o que dá confiança”.

Em seguida, ele acrescentou: “Isso nos coloca em uma posição desafiadora”. O mercado interpretou isso como um sinal de que a alta de juros pode não ser suficiente para atingir o nível desejado e pode levar a mais aumentos de taxa. Isso fez as expectativas de aumento de juros em setembro subir rapidamente. De acordo com a CME (Commodity Exchange), o mercado de futuros já avaliava 57,5 % a possibilidade de um aumento de 0,25 ponto no rateo base de 3,50–3,75 % na próxima reunião do FOMC em setembro; antes disso era 35,4 %.

Assim, as probabilidades de decisão de alta de juros em setembro caíram para 42,5 %, mas a perspectiva de aumento de taxa permanece forte. A próxima reunião do FOMC está marcada para os dias 15–16 de setembro.